O seguro de vida em grupo (coletivo/empresarial) é contratado por uma empresa ou entidade — o "estipulante" — para um grupo de pessoas ligadas entre si, como os funcionários de uma companhia. O custo por pessoa tende a ser menor que um seguro individual equivalente, com regras padronizadas para todo o grupo.
Como funciona
- Definição do grupo segurado: quais colaboradores são elegíveis (ex: todos os funcionários CLT, ou apenas determinados cargos).
- Escolha do capital segurado: pode ser um valor uniforme para todos, ou atrelado ao salário de cada colaborador.
- Adesão do grupo: em geral, sem necessidade de exames médicos individuais quando a adesão é ampla o suficiente.
- Pagamento da indenização: aos beneficiários indicados por cada colaborador, ou ao próprio colaborador em coberturas em vida.
Uma proteção prevista em lei
Nos planos coletivos, qualquer mudança que reduza direitos dos segurados depende da concordância de pelo menos três quartos do grupo — uma proteção regulatória que impede alterações unilaterais desfavoráveis aos colaboradores.
Coberturas que também fazem sentido em grupo
Assim como no seguro individual, apólices coletivas modernas podem incluir coberturas que pagam em vida — diária de internação, cirurgias, doenças graves — além da cobertura tradicional por morte e invalidez. É um benefício corporativo que se diferencia de planos genéricos justamente por essa amplitude.
💼 Seguro de vida em grupo é um dos benefícios corporativos mais valorizados por colaboradores, e costuma ter custo por vida segurada bem menor que a soma de apólices individuais equivalentes — exatamente pela diluição do risco entre todo o grupo.
O que sua empresa precisa saber
O seguro coletivo está ligado ao vínculo do colaborador com a empresa estipulante — ao sair da empresa, ele geralmente perde a cobertura (algumas apólices preveem direito de remissão ou portabilidade para um plano individual, dependendo do contrato). Isso costuma ser um ponto de atenção na comunicação do benefício aos colaboradores.