No Brasil, comprar ainda é o padrão — e é exatamente aí que está a oportunidade. A locação de máquinas e equipamentos já é praxe consolidada em economias mais maduras (o chamado "rental economy"), e a tendência é a mesma por aqui: empresas que crescem mais rápido tendem a ser justamente as que param de imobilizar capital em ativos que perdem valor, e passam a alugar o que usam. Segundo dados de mercado, a locação de equipamentos já cresce cerca de 10% ao ano no Brasil, mesmo respondendo hoje por apenas 0,4% do PIB — um mercado ainda pequeno, mas em expansão consistente. Para quem decide adotar o modelo agora, isso significa estar à frente da concorrência antes que ele vire padrão do mercado.
CapEx vira OpEx
Comprar um equipamento é investimento de capital (CapEx): imobiliza caixa de uma vez, entra no seu balanço e ainda gera despesa de manutenção e depreciação. Locar transforma isso em despesa operacional (OpEx): a mensalidade entra como custo do mês, sem imobilizar capital de giro nem travar sua capacidade de investir em outras frentes.
Vantagens fiscais para empresas no Lucro Real
Empresas tributadas pelo Lucro Real podem deduzir as mensalidades de locação como despesa operacional, e em cenários específicos o abatimento fiscal combinando IR, CSLL e PIS/Cofins pode chegar a algo próximo de 43% do valor da mensalidade — segundo reportagens recentes sobre o setor. O número exato depende do seu regime tributário específico; confirmamos isso caso a caso, não é uma promessa genérica.
Outro ponto pouco conhecido: diferente de um financiamento bancário, contratos de locação normalmente não entram no Sistema de Informações de Crédito (SCR) do Banco Central — o que preserva as linhas de crédito da sua empresa junto aos bancos.
Como a Itapety estrutura
1. Você escolhe o bem
Fabricante e fornecedor da sua preferência — não trabalhamos com catálogo fechado.
2. Estruturamos o contrato
Prazo, mensalidade fixa e condições ajustadas ao seu fluxo de caixa — prazos comuns vão até 72 meses.
3. Sua empresa usa o bem
Sem endividamento bancário registrado, sem comprometer seu risco de crédito.
Quem já opera nesse modelo no Brasil
O modelo de locação como alternativa ao financiamento tradicional é sustentado por players especializados de peso: a Grenke, grupo alemão com mais de 40 anos de atuação global e presença no Brasil há mais de uma década, focada especialmente em equipamentos de TI; e a Usecorp, plataforma brasileira lançada em 2020 que hoje conecta cerca de 1.200 fornecedores homologados a milhares de contratos ativos, cobrindo desde servidores até empilhadeiras e linha amarela, além de outros players nacionais e estrangeiros (conforme demanda). Isso mostra que o modelo é maduro e testado — mesmo o mercado brasileiro como um todo ainda sendo pequeno perto do potencial.
Setores que mais se beneficiam
Na prática, praticamente qualquer empresa que dependa de equipamento para operar pode se beneficiar — seja pelo benefício fiscal (créditos e deduções no Lucro Real), pela flexibilidade operacional de trocar ou atualizar o bem sem renegociar financiamento, ou simplesmente por manter o fluxo de caixa previsível, sem sustos de entrada alta ou depreciação no balanço. Alguns exemplos:
- Tecnologia da informação: parque sempre atualizado, sem obsolescência no balanço.
- Construção civil e engenharia: acesso a equipamentos especializados por projeto, sem compromisso de longo prazo.
- Saúde: equipamentos médicos e hospitalares de última geração sem grande investimento inicial.
- Indústria e manufatura: adaptação rápida a mudanças de demanda sem travar capital de giro.
- Logística e transporte: renovação de frota e equipamentos de movimentação sem endividamento registrado.
- Varejo e food service: equipamentos de refrigeração, cozinha industrial e ponto de venda sem imobilizar capital de giro.
- Agronegócio: maquinário sazonal sem necessidade de compra para uso pontual.
- Escritórios e serviços em geral: mobiliário, impressoras e infraestrutura sem CapEx inicial.